sábado, 19 de setembro de 2015


NOTA AOS OUVINTES DA PARNARÁDIO E SEGUIDORES DESTE ESPAÇO
Hoje, dia 19 de setembro de 2015, foi a última apresentação do programa esportivo A Hora do Esporte Amador, pela Parnarádio, rádio WEB, de Parnamirim-RN.
Depois de exatos 60 dias da estreia, que ocorreu em 18 de julho passado, que corresponde a dez apresentações semanais nos sábados, o Informativo tornou-se uma tarefa muito gratificante e prazerosa para quem realmente gosta de fazer jornalismo radiofônico, seja qual for a modalidade de condução, web ou ondas hertezianas; aprecia o esporte como forma educativa de ter vida saudável, feliz e divertida e, acima de tudo, promove a interação com as pessoas, principalmente aquelas envolvidas com essa atividade, sejam atletas, para-atletas, treinadores, dirigentes, empresários e o público em geral, no caso o ouvinte, desportista ou não.
O período foi de muito esforço para dar conta da enorme demanda de atividades esportivas em Natal e na Grande Natal, em que o cerne foi a categoria considerada amadora que, a bem da verdade, são todos muito profissionais, sendo que a diferença básica comparada ao profissional, recai sob duas questões: a idade do atleta e o pagamento legal do seu salário.
Diante desse primeiro questionamento, existiram outros desafios, como a dificuldade de encontrar no mercado local, profissionais da área jornalística que se dispusessem a fazer esse trabalho em parceria com este apresentador. Particularmente, acredito ser por causa da visibilidade midiática, coisa que o veículo não proporciona em maior escala, se bem que o rádio atual já mostra os apresentadores ao vivo, como também pode-se pôr a imagem no site para testemunhar os fatos ali postados. Também há outro ponto a ressaltar, que é a baixa perspectiva salarial, pois isso depende da política da emissora, que normalmente transfere ao profissional a incumbência de complementar sua base salarial buscando patrocínios no comércio local. E foi nesse ponto que eu e a direção da emissora, nos deparamos com outro óbice, a falta do prodigioso apoio comercial, em tese, justificado pela atual crise econômica que o Brasil atravessa. E sem ele, fica inviável fazer rádio.
Mas, nada está perdido nem foi em vão. Durante esses dois meses de trabalho, tanto este apresentador como a Parnarádio, tiramos proveito positivo e ganhamos experiência com isso, fator que vai servir de base para empreendermos tarefa do gênero no futuro.
Mas, a luta continua. Esses obstáculos são passageiros e não se deve, em nenhuma hipótese, desistir dos nossos propósitos, principalmente quando eles são bons e podem transformar-se em benefícios sociais e pessoais.
Por fim, agradeço a todos que colaboraram pessoalmente comigo nesse trabalho. A começar pelos diretores da Parnarádio, que acreditaram na minha proposta de trabalho, cedendo-me o espaço para que pudesse realizá-lo, e também aos demais componentes da emissora, que direta ou indiretamente, contribuíram para o sucesso do Programa. A prova disso, foi a manifestação de apreço e reconhecimento, sentida por mim no momento de comunicar o fato a um dos diretores da rádio e a outro componente da equipe, que entenderam a minha posição e ofereceram o espaço novamente, caso eu quisesse retornar, posteriormente.
Ademais, desejo muito sucesso a todos da emissora, e que prossigam fazendo o melhor daquilo que podem e sabem: levar aos ouvintes uma programação vibrante e alegre e, acima de tudo com muita ética, como forma de garantir e perpetuar o seu maior patrimônio: o respeito e a credibilidade de todos que a ouve.
                                                                 

                                                                  Carlos Félix

 

                                              

 

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