sábado, 5 de setembro de 2015

Atletismo:
QUÊNIA SUPERA OS ESTADOS UNIDOS E ‘VENCE’ O MUNDIAL DE ATLETISMO EM PEQUIM

O domingo, 30 de agosto, último dia de competição do Campeonato Mundial de Atletismo, em Pequim, na China, foi reservado para uma surpresa. A colocação do Quênia, país africano, em primeiro lugar no quadro de medalhas, desbancando os favoritos Estados Unidos.

A grande revelação do país na competição foi a atleta Asbel Kiprop, conquistando o ouro nos 1.500 metros rasos. Os africanos totalizaram sete medalhas de ouro, seis de prata e três de bronze.

Em segundo lugar ficou a Jamaica, também com sete ouros, mas apenas duas pratas e três bronzes. Esse segundo lugar na classificação por países foi conquistado de forma emocionante, no revezamento 4 por 400 metros feminino, penúltima prova de toda a competição.
Os Estados Unidos foram o país que mais ganharam medalhas, um total de 18, e terminaram em terceiro, sendo seis honrarias iguais de ouro, prata e bronze.

O último dia de provas teve ainda outros destaques. No lançamento de dardo feminino, a alemã Kathrina Molitor tirou o título da chinesa Huihui Lyu, e ficou com o ouro.
No salto em altura masculino, o favorito Mutaz Essa, do Qatar, acabou ficando fora do pódio. O ouro foi para o Canadá, a prata para o China e o bronze ficou a Ucrânia.

O Brasil teve um péssimo desempenho em Pequim. A única medalha conquistada no Mundial veio com Fabiana Murer, que levou a prata no salto com vara, superando os 4,85 metros, numa disputa emocionante com a cubana Yarisley Silva, vencedora da prova, que alcançou os 4,90 metros.
O jamaicano Usain Bolt foi novamente a grande estrela, com três medalhas de ouro, porém, o americano Ashton Eaton foi o único a quebrar um recorde mundial em Pequim. Ele superou sua própria marca de 2012, no decatlo, onde marcou o novo recorde, alcançando de 2.045 pontos.

Comentário: O Brasil já havia se saído mal no atletismo do Pan de Toronto, agora, repete a dose em Pequim, levando apenas uma medalha de prata com a FABIANA MURER, no salto com vara. Já causa preocupação o desfavorecimento do País nas próximas Olimpíadas do Rio, em 2016.

 

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