sábado, 25 de julho de 2015

                       VEJA QUE HISTÓRIA INTERESSANTE NO ESPORTE!

Boxe:    

BOXEADORA AMERICANA É BRONZE NO PAN E DEVE VITÓRIA À PRISÃO DO SEU PAI
O roteiro de filme começa com uma criança indo visitar o pai na prisão.

Claressa Shields, não tinha mais de nove anos e não entendia o motivo que mantinha ''seu herói'' ali.

Nascida e criada em Flint, Michigan, a cidade mais violenta de todo os Estados Unidos, viu seu pai, Bo Shields, ficar alguns anos recluso por vender drogas.

Ao sair, foi difícil encontrar um emprego para bancar a família. Triste e com medo de cometer os mesmos erros, disse para a filha que, se fizesse algo por que fosse realmente apaixonado, não teria chegado naquela situação.

Com medo de ver o pai novamente com problemas, ela perguntou: ''Em que você é apaixonado?''. A resposta foi fácil: boxe.

Ele tinha até tentado carreira, mas nunca funcionou. Nenhum dos dois sabia, mas aquela simples resposta abriria o caminho até um ouro olímpico.

Aos 20 anos, é a menina quem hoje entra nos ringues e é considerada um fenômeno de sua modalidade, e tenta o ouro no Pan de Toronto.

Segundo a afirmação de Claressa, seu pai lhe disse boxe.

“Se ele tivesse me dito corrida, provavelmente eu seria uma corredora.

Se fosse basquete, a mesma coisa. Mas ele me disse boxe.

Fui treinar para deixar meu pai viver o que sonhava através de mim. Eu sabia que podia lutar”.

A menina foi rápida. Lutava dia e noite. Lutava até quando não devia - respondendo o bullying que sofria na escola.

Conseguiu a vaga para o time americano nas seletivas dos Jogos Olímpicos de Londres 2012 e, acredite, foi campeã olímpica com apenas 17 anos.

Nas quartas de final do Pan de Toronto, na última terça-feira, dia 21, não houve surpresas. Claressa Shields passou pela brasileira Flávia Figueiredo e já garantiu, pelo menos, uma medalha de bronze na competição.

Com um ouro olímpico na estante e apenas 20 anos, Claressa sonha em repetir a dose nos Jogos Olímpicos Rio 2016, e já tomou a decisão de entrar para boxe feminino profissional.

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